quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Inter-racial

É o ato pelo qual ocorre todo e qualquer tipo de relacionamento amoroso e sexual entre pessoa de raça e etnia e cultura diferente.

Esse termo serve para identificar os vários relacionamentos de pessoas de raças diferentes, desconsiderado o racismo que é crime em alguns países, inclusive no Brasil.

Desde o descobrimento até as décadas de 70, existia um forte preconceito da sociedade em ver pessoas de raças diferentes tendo um relacionamento amoroso bem como sexual. Vale lembrar que até nos dias de hoje, quando se vê na rua ou em lugares públicos um negro com uma branca ou vice versa, ou mesmo uma asiática com um ocidental, algumas pessoas olham com uma certa reprovação. Acredito que isso ocorre no mundo inteiro, alguns lugares de forma mais forte e agressiva enquanto em outros de forma mais discreta.

A relação inter-racial não se pode ser considerada uma parafilia, pois não é um desvio de conduta, mas alguns a consideram como sendo um fetiche pois existem pessoas que tem uma atração sexual por uma pessoa de raça e etnia diferente, ou mesmo gostariam de ter um relacionamento com alguém de raça diferente, e não tem coragem de assumir tal relacionamento por motivos pessoais, familiares e/ou sociais. Assim, se contentam em ter um relacionamento puramente sexual. Isto ocorria muito na época do Brasil colonial, quando os senhores de engenho e grandes latifundiários mantinham relações sexuais com as escravas.
Hoje a industria pornográfica tem explorado esse assunto com o gênero inter-racial tendo vários títulos como, por exemplo: Gamgland, Black Market, Black in Blonds, Black in Asian, Invasian, Blackzila e Cuckolds. Nesses títulos, é muito comum se ver negrões com suas rolas enormes transando com loiras, brancas e até mesmo com asiáticas. Notamos que esse gênero não ficou só nas relações heterossexuais: existem alguns títulos que envolvem relações homossexuais, como mulheres brancas transando com mulheres negras, bem como asiáticas, hindus entre outras,e o mesmo ocorrendo entre homens.

Eu particularmente gosto muito desse gênero. Adoro a diversidade e a maioria dos filmes pornô que assisto é do gênero inter-racial. Gosto de ver as loiras americanas gemendo de prazer com uma rola negra enfiada na chavasca e no cuzinho, me vejo no lugar dos negões. Ainda, tenho uma tara ou fetiche inter-racial, sou chegado a uma oriental. Quando criança, me falaram que as chavascas das orientais eram diferentes: elas ficavam na horizontal. Pasmem! Acabei por acreditar, pois só tinha uns cinco anos de idade. Note que desde essa idade já gostava de uma sacanagem. Sempre que tenho oportunidade, procuro uma casa de massagens que tenha pelo menos uma oriental para realizar minhas fantasias e sempre vejo filmes que tenham orientais, pois me amarro em uma oriental.

É lógico que, como safado que sou, também pego as negras, mulatas, as ruivas e as loiras. São raros os casos de encontrar uma loira ou ruiva verdadeira, pois na maioria dos casos, as mulheres tem costume de pintar os cabelos para que fiquem como tal. No casos das ruivas, sempre quero ver se os pelos da chavasca é ruivo também e no caso das loiras é pelo contraste. Ver minha rola negra entrar numa chavasca rosadinha e, no caso de uma chupeta, ver aquela loira maravilhosa com seus olhos verdes ou azuis arregalados,olhando para min e gemendo de prazer.

Como infelizmente não fui dotado de grande beleza e de boa malícia, na verdade sou um grande azarão: para realizar meus fetiches tenho que pagar. Felizes, são aqueles que tem mais facilidade nas artes da sedução, pois esses normalmente comem todas. Mas Deus não dá asas à cobras. Sendo eu um amante da pornografia, minha vida iria ser uma grande orgia, fadado a estar com AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis.

Portanto senhores, não importa como e quando o mais importante nessa vida é não sair da putaria.





quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Cuckold

Cuckold vem do inglês cuckoo e faz referência à ave enganada pelo cuco a incubar os seus ovos e criar os seus filhotes. 

O termo em inglês foi adaptado do seu significado normal, que significa corno. Assim, uma pessoa “cuckold” é aquela que gosta de imaginar, de saber ou de ver, o próprio companheiro(a) tendo prazer com outra pessoa (ou pessoas).

Pode ter origem em diferentes interesses passando pelo prazer no ciúme (zelofilia), submissão, humilhação, prazer e medo da traição, voyeurismo.

O cuckold como fetuche, se tem um corno que é cúmplice sexual e a infidelidade de seu parceiro(a) traz um prazer masoquista a ele.

Cuckold no sentido de fetiche não precisa ser do sexo masculino, e não precisa estar casado, mas ter um certo nível de intimidade ou compromisso em seu relacionamento.
Entre os que praticam esse fetiche a posse e a relutância a vitimização do corno, são elementos essenciais para se consagrar essa parafilia.

Esse fetiche é mais comum à mulher assumir o papel de dominante sexualmente e o homem o papel de submissão e de humilhação presenciando a companheira fazendo sexo com outro homem(s), no entanto, pode ocorrer o contrario, ou seja, a mulher sendo submissa e humilhada presenciando seu parceiro com outras mulheres.

A Psicologia refere-se a esse fetiche como sendo uma variante do masoquismo, pois o corno obtém prazer através da humilhação. Na análise freudiana, esse fetiche é a erotização dos temores da infidelidade e do fracasso na competição do homem para a procriação e afeição das mulheres.

Casais swingers, nos quais o homem cuckold convida homens a penetrarem a esposa para logo em seguida o marido penetrá-la.

Existe também a pratica conhecida como creampie na qual existe a ejaculação de outro homem dentro da mulher e então o cuckold a penetra ou pratica sexo oral.

As produtoras de filmes pornográficos, passaram a produzir filmes do gênero Cuckols ou Chifrudos, mostrando esse fetiche com detalhes, se percebe nitidamente a esposa buscando outro homem que normalmente é de dote bem maior do que o do marido e com isso ela passa a humilhar de todas as formas possíveis como xingá-lo, fazer gozação com a condição de chifrudo, colocando o marido no canto de castigo olhando para ela em pleno ato sexual e gemendo de prazer. Como se não bastasse a humilhação o cuckold ou chifrudo fica impedido de participar e em alguns casos ele participa ao final fazendo sexo oral, ou seja, limpando a sujeira que o amante fez.
Pasmem esse gênero faz sucesso, pois, muitos assistem ou até compram vídeos com esse conteúdo, uns por curiosidade e outros por curtir esse fetiche.

Numa ocasião quando eu era um Swinger, para quem não sabe esse termo é dado para pessoas que pratica troca de casais ou freqüenta casas de Swing, tive a oportunidade de participar desse fetiche, pois, ao me relacionar com um casal através de um site de relacionamento swing, fui a casa desse casal e passei a rola na mulher dele e ele ficava assistindo e falando muito enaltecendo a esposa dele dizendo que ela era gostosa e maravilhosa e linda, mas confesso que esse corno assumido me estava me tirando do sério, pois a esposa dele era gostosa e sabia fazer sexo como ninguém, mas dizer que era linda ai não da.

Em outra ocasião foi somente para conhecer o casal, que eram médicos, pois, a mulher do corno tinha acabado de dar a luz e não foi possível fazer o serviço, porque ela estava de resguardo, mas percebi que o corno só quis me conhecer para numa outra ocasião eu comesse a mulher dele, aquela sim era linda, mas era fraquinha na cama, eu acho que ela só fazia o fetiche para agradar o marido.

Numa outra ocasião fui até um casal na Bela Vista e o corno me apresentou a mulher dele e fomos para o quarto fazer a sacanagem, num primeiro momento o corno ficou assistindo bem quietinho, enquanto a esposa dele gemia e gritava de prazer, a sacanagem corria solta, ela me chupava eu chupava ela entre outras coisas mais, o corno sumiu, ai eu pensei será que ele está arrependido, quando de repente, o cidadão me parece de camisola vermelha com cinta-liga e entrou rebolando e ficou de quatro e queria participar da sacanagem junto com a mulher dele, na hora tomei um susto mas, já que estava na putaria, os dois começaram a fazer um boquete duplo e depois cada um chupava um pouco, depois o corno queria que eu comesse ele, a esposa falou que queria ver o marido dando para outro homem, para não parar a sacanagem, me vi obrigado a comer o corno, e a bicha gemia de prazer e a esposa dela se masturbava e ora chupava e pau dele e depois consumiu o ato chupando minha rola e engolindo meu esperma, essa foi Inesquecível, digno de uma produção pornô.

Portanto, como eu sempre digo, não interessa como, o importante é não sair da putaria.
    



terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Sexo com anões

O sexo com anões, para a psiquiatria forense, é denominada como Nano Filia, que consiste na atração ou desejo sexual por anões, seja homem ou mulher. Apesar de ser algo considerado bizarro por alguns, esse tipo de relação em termos legais é perfeitamente natural. Existem na sociedade pessoas de estatura normal se relacionando e até se casando com pessoas anãs, mas sendo esses relacionamentos considerado pela maioria como algo bizarro. 

A industria pornográfica viu um nicho de mercado muito promissor e com isso passou a criar vídeos de sexo explicito entre anões, bem como também, de indivíduos de estatura considerada normal com anões. Não mediram esforços para criar uma infinidade de filmes, misturando gêneros envolvendo pessoas de estatura normais com anões.

Eu mesmo já vi vários filmes deste gênero. Um em particular, foi entre um negão com uma anãzinha loira que, além de engolir a gigantesca piroca do rapaz, ainda sentava em cima e gemia de prazer. Outro interessante foi um Gang-bang, onde uma anãzinha dana ao mesmo tempo para vários homens. O melhor que a pequena devassa dava conta do recado. Já vi também filmes onde a situação inversa ocorria: uma ou duas mulheres de estatura normal com um anão.

Existem também empresas brasileiras no ramo pornô que exploram este segmento. Certa vez vi um curioso filme nacional, onde um anão fazia sexo explícito com varias mulheres (Me senti um tanto com inveja daquele anãozinho). Cheguei a ver um filme de gênero transexual que envolvia um travesti anão fazendo sexo com homens de estatura normal: um filme um tanto incomum. 

Ainda no mundo pornô, foi criado um gênero que faz paródias pornográficas baseadas em filmes e seriados de televisão. Quem nunca ouviu falar de uma produção que retratava a fábula da Branca de Neve e os Sete Anões? Neste filme, a Branca de Neve, representada por uma atriz bem gostosa, dava ao mesmo tempo para os sete anões e no final acordava dando para o Príncipe Encantado.

Este assunto me fez lembrar de uma certa ocasião, em minha juventude, onde eu e mais dois amigos saímos em uma noitada em busca de putaria. Nenhum lugar melhor que a famosa Rua Augusta para que três companheiros dispostos encontrassem uma variada gama de sacanagem. Descendo a rua, de puteiro em puteiro, procurávamos algum estabelecimento onde o material fosse bom, e que ao mesmo tempo o custo fosse interessante. De porta em porta, cerveja vai, cerveja vem...mão aqui, mão ali... ás vezes rolava uma punhetinha de leve. O problema é que em nossa jornada, a mistura alcoólica estava intensa: foi cerveja, vodca, algumas doses de Whisky... e a noite apenas começando!

Foi então que, passando despretensiosos em frente a um puteiro, fui agarrado pelo braço enquanto trançava alguns passos bêbado. Quando me virei, um tanto atordoado pela cachaça, um segurança desta casa vestindo um terno barato olhou estático em meus olhos. Por um momento tudo parou: até mesmo as luzes pareciam mais intensas. Me senti hipnotizado pelo som da sua voz gritando para mim : VAMOS TOMAR BUCETADA NA CARA!!!! Não tive dúvidas. Virei para meus parceiros e disse: Aqui é o lugar!

Descendo as escadarias escuras e refletidos pelas luzes coloridas, em especiais vermelhas, sentia que a cada degrau a musica vibrava mais forte. Passando por umas putas, uma mais gostosa que a outra, sabia que havia algo me esperando no salão. 

Quando lá chegamos, nos sentamos e tomávamos mais umas geladas, xavecando as putas por alguns trocados a menos. Não havia mais dúvida que era ali que eu encontraria minha foda da noite. Uma foda que eu jamais esqueceria.

Um de meus camaradas ja se engraçara com uma loira gostosíssima e subiu para o quarto com ela. Foi neste momento em que vi a minha putinha saindo do meio das outras. Com pouco mais de oitenta centímetros de metro de altura, usava uma mini-saia verde que muito valorizavam aquelas coxonas que pareciam duas toras, veio me olhando nos olhos com uma lente azul e olhar penetrante e se apresentou dizendo: Oi gostosão, meu nome é Irani. Mais parecia uma bonequinha e tinha uma bunda enorme. Vale-me Deus, que pandeiro!

Nem dei atenção mais para as outras putas do recinto, tudo o que me interessava agora era foder aquela anãzinha. Conversamos por pouco mais de dez minutos, e as sacanagens que ela falava em meus ouvidos só me faziam ficar cada vez mais excitado, enquanto acariciava aquele corpinho maravilhoso. Acertamos então o programa e eu estava pronto para meus fantásticos momentos de prazer. Ela então me puxou pela mão, me arrastando por toda extensão da pista daquele puteiro até o quarto. Parecia uma menininha de oito anos impaciente puxando o pai de um lado pro outro em um parque de diversões.



Quando fechamos a porta do quarto, mal podia esperar para ver aquele corpinho todo nu. Ela tirou toda a roupa em poucos segundos e, comigo ainda em pé, ela nem se ajoelhou quando desceu minhas calças e foi logo chupando meu pau. A anãzinha era sensacional: acabou comigo aquela noite. Fez aquela hora combinada do programa passar para mim como se fossem apenas dez minutos. O legal dessa experiência foi que ela topava qualquer parada: eu a colocava na cama e dava pra ver suas perninhas se mexendo para lá e para cá. Parecia uma princesinha de contos de fadas e ela se mexia muito bem. Quando vinha por cima, parecia uma bonequinha de brinquedo. Me chupava gostoso e adorava sentir a rola entrar tanto na chavasca como no cuzinho. Essa sabia fazer uma sacanagem! Nunca me esquecerei daquela fantástica gozada que dei com aquela coisinha cavalgando em cima de minha rola. Com toda certeza, esta foi para o top dez de minhas fodas.

Numa ocasião, um amigo me perguntou como poderia um homem fazer sexo com uma anãzinha, pensando que o cidadão poderia arrebentar com a anã. Por minha experiência, posso dizer que esse meu amigo estava equivocado e expliquei que o nanismo está vinculado somente aos membros, a saber, tronco, pernas e braços. As genitálias são normais, como a de qualquer outro adulto e com isso, os anões em geral tem um relacionamento sexual normal.

 Senhores, não tenham medo e nem preconceito. Se tiverem uma oportunidade de foder com uma anã, não a desperdicem, pois falo com propriedade que é muito bom e gostoso: Não vão se arrepender. Sempre lembrando que o importante é não sair da putaria.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Pompoarismo

O Pompoarismo é uma antiga técnica oriental, derivada do tantra, que consiste na contração e relaxamento dos músculos circunvaginais, buscando como resultado o prazer sexual.

Para domínio da técnica são realizados com auxílio dos bem-wa, que consiste em pequenas bolas ligadas através de um cordão de nylon, conhecidas também como bolinhas tailandesas (no caso das mulheres), e na contração na musculatura no esfíncter e dos músculos do períneo (no caso dos homens). Afirma-se ainda que o pompoarismo pode ser benéfico contra incontinência urinária e na preparação do canal para partos mais fáceis.

O pompoar no caso dos homens, está relacionado a levantar pequenos pesos, contraindo a musculatura do pênis a fim de obter melhores resultados sexuais.

É uma técnica milenar do Oriente. Nasceu na Índia e foi aperfeiçoada ma Tailândia e no Japão.
Os primeiros exercícios surgirão com uma transformação dos exaustivos exercícios tântricos preparatórios para o Maithuna (ritual do sexo sagrado). Essa transformação foi desenvolvida inicialmente pelas sacerdotisas dos templos da Grande Mãe para ser utilizada nos rituais de fertilidade. Com o passar do tempo essa técnica foi se expandindo e tornando-se popular.

Na Tailândia é costume passar a técnica de mãe para filha, assim como é costume que o futuro esposo pague um dote aos pais, e o valor depende da educação, dotes musicais e habilidades sexuais da futura esposa.

Hoje é indispensável entre as comercializadoras do sexo, que utilizam essa capacidade para sua promoção e espetáculos de “halterofilismo pompoarístico”, no qual mostram que pode fumar um cigarro colocando entre os lábios da genitália; sugar uma banana com a vagina e esmagá-la usando somente as contrações dos anéis musculares do fundo da vagina para frente; levantar objetos pesados; lançar objetos a distância; abrir garrafas; sugar água, retê-las na vagina, dançar e depois liberar a água; sugar três tipos de água colorida retendo-as com os três anéis da vagina e depois liberá-las sem misturar, dentre outras demonstrações.

A industria pornográfica não abraçou essa técnica como gênero Na pornografia não se vê muitos filmes que mostre essa técnica, pois, não é algo que de para mostrar, de forma explícita, salvo quando se faz filmes e clipes demonstrando espetáculos de “halterofilismo pompoarístico”.

Escrevendo esse artigo, me fez lembrar o comentário de um amigo que me disse que na hora do ziriguidum, telecoteco, baracubaco, a esposa deu um espirro e travou a chavasca, para ele foi tão gostoso que ele foi atrás de saber sobre o assunto, assim ele veio saber sobre o Pompoarismo e logo ele comprou material e vídeo para que a esposa aprendesse e usasse nele essa técnica que para ele é fenomenal.
Seria muito bom que essa técnica fizesse parte de nossa cultura, pois, imagine as brasileiras aprendendo desde criança algo para o nosso prazer.
Mas vale lembrar que o mais importante disso tudo é não sair da putaria.