terça-feira, 10 de junho de 2014

Sexo Grupal

Esse gênero ou modalidade sexual consiste em vários indivíduos praticando o ato sexual.
Na antiguidade principalmente na Grécia e no Império Romano, ocorriam, as famosas orgias que eram festas que serviam para cultuar seus deuses e com parte dessa festa alem do vinho e do alimento, ocorria também a pratica sexual, pois se acreditava que os deuses, greco-rom


anos tinham as mesmas necessidades que os mortais, por isso as pessoas que participavam dessas festas eram consideradas pessoas divinas.
Podemos afirmar que essa pratica é uma herança cultural que adquirimos desses povos, pois, não era raro com a queda do Império Romano, mais precisamente na idade média os nobres junto com a monarquia realizavam festas que se encerrava em grandes orgias sexuais.
Vale lembrar que essa modalidade que estava contida nessas grandes festas era algo somente para os aristocratas e a nobreza.
Os do povo não tinha esse privilégio, até porque a Santa Igreja proibia terminantemente a pratica dessa modalidade, criando assim os sete pecados capitais e dentre esses se colocou a luxuria como pecado mortal e imperdoável e com isso as pessoas amedrontadas com medo de descerem ao Inferno evitava tal prática.
 O tempo foi passando e a influência da Santa Igreja foi diminuindo a influência em seus fiéis e com isso somada a evolução social movimentos que pregavam a igualdade de direitos e não a censura, os do povo começaram a também a organizar festas que tinha como objetivo a liberdade sexual, ou seja, o amor livre, e não raro ocorria verdadeiras orgias que passou a se denominar Suruba.
 Não se pode confundir Sexo Grupal com Swing, pois, no Swing as pessoas tem que ter algum compromisso, a saber, serem casados, noivos ou namorados, já no Sexo Grupal, essa exigência não é necessária, alias, normalmente as pessoas nem se conhecem muito bem, e não importa se os envolvidos são heterossexual, bissexual ou homossexual o que importa é a sacanagem, normalmente nesse tipo modalidade não há discriminação o importante é obter muito prazer.
Assim podemos afirmar que o Swing pertence ao Sexo Grupal, mas o Sexo Grupal não está contido no Swing.
As industrias pornográficas observando essa tendência ou nicho de mercado, criaram diversos filmes mostrando os tipos de Sexo Grupal, os mais comuns são os Gang-Bang e o próprio Swing.
Lembro-me de que nos anos 80 quando eu já tinha meus dezoito anos, o irmão de um colega de trabalha estava organizando uma suruba eu mesmo fiquei empolgado, mas, com a noticia de uma nova doença o HIV a AIDS que por falta de informação na época o pessoal achou melhor abortar o projeto, de lá para cá não tive a oportunidade de participar de uma boa e bela suruba, mas, quem tiver a oportunidade, vá porque é muito bom.

Portanto, senhores e amigos como sempre falo, como safado que sou não importa como, o importante é não sair da putaria. 

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Swing

E um termo usado do idioma inglês que é comumente empregado a uma conduta sexual em que os casais trocam de parceiros de forma voluntária alguns a define com adultério consensual.
A quem defenda que nesse tipo de relacionamento não deve ser considerado um adultério, pois, para este deve sempre prefigurar a traição e nesse caso não há, pois, os envolvidos consentem com a troca de parceiros.

Nos Estados Unidos, essa pratica é muito comum, pois, existem varias casas que permite e facilita essa modalidade sexual.

As pessoas que praticam o Swing são denominados de swingers, o interessante que lá na terra do Tio Sam, ninguém vai te discriminar por você gostar de Swing.

Existem duas modalidades de Swing, a saber, o full swap e o soft swap.

No ful swap é quando ocorre a troca de casais de forma plena, ou seja, tanto as mulheres trocam de parceiros como os homens também troca é o Swing de fato, por exemplo, imaginamos dois casais, um fica com a mulher do outro e vice e versa.

Já no soft, normalmente é praticado por principiantes, isso porque somente um dos parceiros participa o outro fica assistindo, normalmente o parceiro, permite que sua consorte faça sexo com uma outra mulher ou outro casal, ou o contrario pode ser verdadeiro, mas nessa modalidade o mais comum é o parceiro permitir que sua mulher transe com outra mulher podendo ou não participar da relação sexual.

Aqui no Brasil também existe casas de Swing, porem, são mais discretas, não é muito divulgado mas elas existem e é freqüentado por qualquer um que goste desse tipo de fetiche, porem, alem das casas especializadas existem grupos que organizam encontros de swingers em sítios para que alem do churrasco corra solto a troca de casais.

Existem também alguns Sites especializados para facilitar o encontro de pessoas que gosta desse tipo de modalidade sexual.

Vislumbrando um nicho de mercado, a industria pornográfica também criou o gênero de Swing o qual mostra como funciona na pratica o Full Swap, eu mesmo já assisti alguns e é muito bom.

Eu já tive a oportunidade de ir a uma dessas casas de Swing ,pois, tinha uma amiga que tinha vontade de conhecer o funcionamento de uma delas assim sendo fui em uma que fica no bairro de Moema, e posso dizer que é muito interessante, assim que eu cheguei, vi um casal em um sofá fazendo sexo, o marido da moça perguntou para mim se eu queria que a esposa dele chupasse minha rola, na hora falei demoro, não é que ela fez o serviço, nesse dia fiz primeiro o reconhecimento do lugar, entrei na maioria dos compartimentos da casa e percebi que quem está acompanhado pode entrar em todos os compartimentos, mas quem está só, alem de pagar mais caro para entrar, não é todos os lugares da casa que se pode entrar.

Entrei numa sala que existia alguns buracos que se podia colocar a rola e do outro lado existiam casais fazendo sexo e as esposas faziam uma chupeta enquanto estavam em pleno ato sexual.

Passei por uma sala que existia ali alguns sofás os quais eram usados por casais que faziam sexo sem cerimônia e me chamaram para eu e minha amiga participar da sacanagem, não tive duvida peguei uma loira de olhos azuis que o que me dava tesão era vela chupando minha rola olhando para mim com aqueles olhos azuis regalado e minha amiga aproveitou par chupar o dar a chavasca para o marido da loira que eu estava comendo.

Também tinha alguns quartos para aqueles casais mais comportados, ou seja, eles não participavam da orgia, eles ficavam no bar paquerando para depois subirem e fazerem a troca e cada um ia para seu quarto com a esposa do outro isso é um bom exemplo de full swap.

Alguns saem da festa e continua a sacanagem na casa de um dos casais, e muitas vezes fazem amizades, e passam a curtir em qualquer lugar.

Trabalhei em uma empresa que tinha algumas pessoas que curtiam o Swing e não tinham vergonha de assumir, pois, eram pessoas bastante resolvidas, não deviam nada a ninguém.

Também conheci uma colega de trabalho que não curtia esse tipo de modalidade, porem, ela gostava tanto do marido que se sujeitava a fazer isso e o acompanhava nas festas e casas e a qualquer lugar que o marido fosse e mais se sujeita a fazer tudo que ele pedisse.

Note que esse pessoal que gosta de Swing, ou seja, são os denominados swingers, são de uma personalidade swingers, pois, como entender um homem ter prazer em dar a sua esposa para outro fazer sexo com ela e vice versa.

Eu tenho uma teoria, o que os distingue de pessoas conservadoras são os valores, ou seja, para os conservadores, o que impera no relacionamento é a posse, ou seja, o marido é dono de sua esposa e vice-versa, isso faz parte de nossa cultura, quando casamos, exigimos exclusividade e fidelidade em todos os sentidos, pois, o próprio Código Civil endossa isso.

Já os swingers não pensão e nem age como os conservadores, eles separam o amor do sexo, eles entendem que se pode ter sexo com outras pessoas obtendo prazer e ao mesmo tempo ter a pessoa amada, já no que tange a sexo, ninguém é de ninguém o importante é o prazer.

Em meus estudos sobre esse comportamento observei que a maioria das pessoas que pratica Swing no Brasil são pessoas solteiras ou casadas que não levam a pessoa de seu relacionamento como a esposa, noiva ou namorada e sim alguém de fora podendo ser uma colega e ou garota de programa. Nos Estados Unidos, os swingers levam a pessoa de seu relacionamento como a esposa, noiva ou namorada. Eu assisti varias vezes um programa num canal a cabo que era exibido toda sexta feira após a meia noite que mostrava como era a vida dos swingers na Califórnia nos Estados Unidos e a maioria dos casais eram pessoas divorciadas e ou que tiveram uma desilusão amorosa, como traição do parceiro, com isso, eu noto que ao entrarem num novo relacionamento a questão de posse passa ser irrelevante, talvez com medo de uma nova desilusão amorosa.


 Portanto, seja como for, cada um faz aquilo que é melhor para sua vida, pois, temos e livre arbítrio e como eu sempre digo o importante é não sair da putaria.